O Ministério da Saúde intensificou o monitoramento sobre os efeitos das queimadas na saúde dos moradores do Amazonas e na operação do Sistema Único de Saúde local.

Essa mobilização ocorre após a decretação de emergência por parte do governo amazonense em 36 cidades devido aos incêndios.

A gestão federal colabora diretamente com autoridades estaduais e municipais para mitigar os danos da seca extrema e da poluição do ar.

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Até o momento, 12 cidades receberam atenção prioritária para assegurar o fluxo de suprimentos médicos.

Grupos prioritários

Crianças, gestantes, idosos e portadores de comorbidades exigem cuidados médicos redobrados diante da intensa exposição à fumaça tóxica.

O cenário eleva os riscos de complicações respiratórias e cardíacas em toda a população da região afetada.

Suporte logístico e oxigênio

A pasta federal avalia estoques de oxigênio nos municípios e em distritos indígenas para evitar desabastecimento na rede pública.

Embora a gestão local seja responsável pelos insumos, o governo pode intervir com suporte logístico das Forças Armadas em situações extremas.

Combate aos incêndios

Em paralelo, o Ibama mantém frentes de combate ao fogo com centenas de brigadistas e aeronaves enviadas para a região.

O apoio federal também inclui repasses financeiros milionários para estruturar o Corpo de Bombeiros local no enfrentamento aos focos de calor.

FONTE/CRÉDITOS: Com informações da Agência Brasil