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A Polícia Federal prendeu em flagrante o candidato a deputado federal Wilker Leão, do partido Novo, após atos de depredação e violência registrados nas dependências da Universidade de Brasília (UnB). A instituição de ensino emitiu um comunicado oficial repudiando os danos ao patrimônio público ocorridos no campus.
De acordo com a administração da UnB, o político estava acompanhado de apoiadores no momento em que pinturas localizadas no muro do Instituto de Artes foram danificadas. Relatos indicam que estudantes do local também teriam sofrido agressões durante a confusão.
Em nota oficial, a universidade classificou o episódio como reflexo de condutas violentas que anulam a possibilidade de diálogo. “Por isso, a união da comunidade em defesa da Universidade é tão importante”, destacou a instituição em trecho publicado.
Histórico de conflitos no campus
O candidato já havia se envolvido em outras polêmicas com estudantes e docentes. Recentemente, ele foi desligado do curso de História da UnB após responder a um processo disciplinar motivado por gravações não autorizadas de aulas e conversas.
Mesmo após o afastamento, convocações para atos presenciais promovidas por militantes aliados levantaram preocupações sobre a segurança no ambiente acadêmico, com chamados que incitavam confrontos físicos.
Ação policial e investigações
O episódio mais recente ocorreu quando o político retornou à área universitária para pichar o muro do Instituto de Artes. Diante da situação, a direção acadêmica acionou imediatamente os protocolos de segurança estabelecidos.
As autoridades policiais intervieram e efetuaram a prisão em flagrante. A reitoria informou que acompanha o caso de perto, adotando medidas jurídicas para garantir a responsabilização dos envolvidos e o apoio aos alunos afetados.
A defesa do candidato ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso até o fechamento desta reportagem.