As denúncias de assédio eleitoral registraram um salto superior a 75% logo após o segundo turno das eleições, conforme dados divulgados pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

Entre segunda-feira e os três dias seguintes, o órgão contabilizou 1.459 novos registros em todo o país. Essa alta acelerada evidencia um cenário preocupante nas relações de emprego.

Os estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná lideram o ranking de ocorrências. A situação reflete o aumento de relatos sobre pressões e demissões motivadas por divergências políticas.

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A Justiça do Trabalho tem atuado para coibir abusos. Medidas recentes proíbem figuras públicas de incitarem empregadores a discriminar ou perseguir funcionários por suas convicções.

Governo avalia sanções e TST promete rigor

O Ministério do Trabalho estuda criar uma lista restritiva para companhias que praticam essa ilegalidade. A medida prevê sanções econômicas e restrição de créditos públicos.

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) ressaltou que a resposta institucional será rápida e rigorosa. O risco financeiro para os patrões infratores é considerado elevado.

O trabalhador prejudicado pode buscar reparação judicial. A legislação brasileira proíbe práticas discriminatórias e garante o direito a indenizações ou reintegração ao cargo.

FONTE/CRÉDITOS: Com informações da Agência Brasil