A Escola Nacional de Administração Pública (Enap) divulgou uma nova classificação de aprovados para a segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado, o CNU 2. A publicação do Edital nº 228/2026, veiculada no Diário Oficial da União, contempla 702 pessoas para recompor o quadro do funcionalismo público federal.

Ao todo, a seleção engloba 242 aprovados em vagas imediatas remanescentes e 460 em oportunidades adicionais. Os profissionais selecionados atuarão no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Segundo a Enap, a reclassificação foi necessária para preencher postos não ocupados em etapas anteriores do certame. Além disso, atende à expansão de postos autorizada pelo MGI, respeitando rigorosamente a ordem de notas, a lista de espera e os critérios de cotas.

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Os candidatos chamados devem acompanhar as orientações e os prazos específicos definidos pelos atos administrativos de convocação de cada cargo.

Ministério da Gestão

No Ministério da Gestão, as oportunidades contemplam o cargo de analista técnico-administrativo, carreira transversal que exige nível superior em qualquer área de formação. Ao todo, a pasta soma 208 vagas remanescentes e 300 posições adicionais.

INSS

Para o INSS, foram disponibilizadas 194 vagas, sendo 34 remanescentes e 160 adicionais. As oportunidades abrangem a carreira de analista do seguro social em diversas especialidades, como direito, administração, tecnologia da informação, serviço social, psicologia, fisioterapia, engenharia, contabilidade, terapia ocupacional e estatística.

Retrospectiva do certame

Realizado no segundo semestre de 2025, o processo seletivo unificado ofertou originalmente 3.652 vagas em 32 órgãos federais, distribuídas em nove blocos temáticos. Do total, 3.144 postos foram voltados para nível superior e 508 para nível intermediário.

A seleção garantiu reserva de vagas para pessoas negras, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência. O MGI também adotou uma política de equiparação de gênero, garantindo proporção igualitária na fase discursiva e levando mais de 24 mil mulheres às provas.

FONTE/CRÉDITOS: Com informações da Agência Brasil