A covid-19 provocou mais de mil internações e dezenas de mortes de menores de idade no Brasil em 2026. Apesar disso, somente 5% das crianças pequenas do país completaram o esquema com três doses da vacina, segundo dados do Programa Nacional de Imunizações (PNI), vinculado ao Ministério da Saúde.

Eder Gatti, diretor do PNI, aponta que existem estoques suficientes e contratos ativos para manter a distribuição regular. O baixo índice é diretamente associado à resistência gerada por discursos antivacina propagados durante a pandemia.

Desde 2024, a recomendação oficial inclui o imunizante no calendário básico aos 6, 7 e 9 meses de idade. Contudo, a hesitação dos responsáveis tem mantido os índices em patamares considerados alarmantes por especialistas da área médica.

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Segurança e eficácia comprovadas

Especialistas reforçam que os imunizantes passaram por rigorosos testes científicos e são monitorados continuamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Dados de pesquisas demonstram redução drástica nas internações graves quando a cobertura atinge os patamares esperados.

Apesar dos desafios enfrentados especificamente na proteção contra o coronavírus, outras campanhas do calendário infantil registram avanços recentes com o apoio de estratégias de microplanejamento nos municípios brasileiros.

FONTE/CRÉDITOS: Com informações da Agência Brasil