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Organizações da sociedade civil entregaram ao TSE nesta sexta-feira (23) uma nota pública para expressar grande preocupação com os riscos de censura nas redes sociais. O documento foi assinado por cinquenta entidades, entre movimentos sociais e sindicatos vinculados ao DiraCom.
As instituições acusam as empresas de tecnologia de operarem sem a devida transparência nos processos de moderação. Segundo o grupo, existem forças que tentam desestabilizar a integridade das eleições de 2026 no Brasil.
Comunicadores e perfis políticos relataram restrições severas. Houve casos de bloqueio de contas e redução drástica no alcance de publicações, além da suspensão de ferramentas de anúncios oficiais.
A atuação recente do tribunal também foi alvo de debates. As entidades peticionaram ao corregedor da Justiça Eleitoral defendendo que qualquer combate à desinformação respeite a liberdade de expressão.
Decisão sobre canal político
Mais cedo, um magistrado da Corte determinou que o canal investigado não poderá sofrer novas restrições por decisões isoladas de outros membros do tribunal.
A medida barrou novas suspensões após controvérsias envolvendo publicações direcionadas por atores políticos durante a semana.