Os eleitores brasileiros decidem neste domingo (25), em votação de segundo turno, entre programas focados em privatizações e modelos opostos para a máquina pública.

O debate envolve propostas divergentes entre os candidatos Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva.

O programa de Lula prioriza o aumento da eficiência, controle de gastos e transparência.

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A meta é ampliar serviços digitais, como o Gov.br, e fortalecer mecanismos anticorrupção.

Na economia, o plano rejeita a venda de estatais como Petrobras, Embrapa e Correios.

O texto aposta no papel dessas empresas para impulsionar o desenvolvimento e a transição energética.

Em contrapartida, o plano de Flávio Bolsonaro aposta na retomada do Programa Nacional de Desestatização.

A proposta inclui a venda de ativos não estratégicos e a redução de despesas administrativas.

O documento também prevê cortes profundos e uma reforma administrativa para enxugar o Estado.

Histórico de gestões

Durante o governo Jair Bolsonaro, dezenas de empresas estatais foram privatizadas.

A venda da Eletrobras, em 2022, destacou-se como o principal negócio do período.

Por outro lado, gestões lideradas por Lula historicamente rejeitam a venda definitiva de ativos federais.

Em vez disso, o grupo político prefere adotar concessões e parcerias público-privadas.

FONTE/CRÉDITOS: Com informações da Agência Brasil