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O encerramento do segundo turno do pleito de 2026 redefiniu quem assumirá os governos estaduais e o Distrito Federal a partir de 2027. Com o resultado final nas urnas, apenas oito legendas partidárias vão se dividir no comando das 27 unidades da federação pelos próximos quatro anos.
PL lidera com maior número de estados
Mesmo sem vitoriosos no segundo turno, o PL garantiu o maior espaço no cenário estadual. A legenda comandará seis governos: Paraná (Sergio Moro), Rio de Janeiro (Douglas Ruas), Rio Grande do Sul (Luciano Zucco), Rondônia (Marcos Rogério), Roraima (Arthur Henrique) e Santa Catarina (Jorginho Mello).
PSD se consolida na segunda posição
Impulsionado pela vitória de Omar Aziz no Amazonas, o PSD alcançou o topo do Executivo em cinco unidades federativas. Além do Amazonas, o partido administrará o Amapá (Dr. Furlan), Maranhão (Eduardo Braide), Pernambuco (Raquel Lyra) e Sergipe (Fábio Mitidieri).
PP, PT e Republicanos empatam com quatro mandatos
O PP conquistou o Acre (Mailza Assis) e o Distrito Federal (Celina Leão) no segundo turno, somando-se às vitórias prévias no Mato Grosso do Sul (Eduardo Riedel) e Paraíba (Lucas Ribeiro).
Já o PT manteve sua força no Nordeste com quatro governadores: reelegeu Jerônimo Rodrigues (Bahia), Elmano de Freitas (Ceará) e Rafael Fonteles (Piauí), além de eleger Cadu de Lula para suceder Fátima Bezerra no Rio Grande do Norte.
O Republicanos ampliou sua presença ao eleger Lorenzo Pazolini no Espírito Santo. O partido já havia assegurado gestões em Minas Gerais (Cleitinho Azevedo), Mato Grosso (Otaviano Pivetta) e São Paulo (Tarcísio de Freitas).
Desempenho de PSDB, MDB e Podemos
O PSDB governará dois estados: Alagoas, com João Henrique Caldas (JHC), e Tocantins, com Vicentinho Júnior. Já o MDB venceu em Goiás com Daniel Vilela, e o Podemos comandará o Pará sob a gestão de Dr. Daniel.
Atribuições e impacto da gestão estadual
Os chefes do Executivo estadual são peças fundamentais na administração pública. Suas decisões afetam diretamente serviços básicos da população, como saúde, educação, segurança, infraestrutura e transporte coletivo.
Além de gerir os serviços essenciais, os governadores lideram negociações diretas com o governo federal e prefeituras para viabilizar investimentos estratégicos e aplicar recursos públicos em cada região.