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O Comitê de Supervisão da Meta apontou falhas de moderação nas eleições brasileiras, destacando erros na aplicação de regras de integridade eleitoral nas plataformas do grupo.
A manifestação do colegiado independente também expressou preocupação com votações nos Estados Unidos, cobrando maior consistência na proteção do discurso político.
Segundo o órgão, o excesso de rigor acabou suprimindo debates legítimos durante o período sensível das campanhas presidenciais.
O comitê citou restrições aplicadas às contas de anúncios do candidato Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que o caso deveria ter sido encaminhado a especialistas.
Em resposta enviada ao Tribunal Superior Eleitoral, a Meta negou qualquer tipo de favorecimento a candidaturas na disputa presidencial.
A empresa garantiu que o tratamento dado aos concorrentes é totalmente isonômico e não discriminatório, conforme relatório técnico apresentado à Justiça.
Manifestantes também protestaram em São Paulo contra a suposta falta de neutralidade das redes sociais e práticas de censura a ativistas.